"Gosto de ver os casulos de borboletas. Lagartas feias que adormeceram, esperando a mágica metamorfose. De fora olhamos e tudo parece imóvel e morto. Lá dentro, entretanto, longe e invisível, a vida amadurece vagarosamente.
Chegará o momento em que ela será grande demais para o invólucro que a contém. E ela se romperá. Não lhe restará outra alternativa, e a borboleta voará livre, deixando sua antiga prisão… Voar livre liberdade. [...]"
Compilado de Gandhi - A Magia dos Gestos Poéticos, Rubem Alves

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